FENAERT se posiciona sobre relatório que aponta morte de jornalistas em 2017
03 de Agosto de 2017
FENAERT se posiciona sobre relatório que aponta morte de jornalistas em 2017
FENAERT se posiciona sobre relatório que aponta morte de jornalistas em 2017

A FENAERT - Federação Nacional das Empresas de Rádio e Televisão, representante legal das emissoras comerciais do Brasil e defensora intransigente daliberdade de expressão, se manifesta a respeito do relatório ‘Killing the Messenger’, que destaca a morte de 33 jornalistas ao redor do mundo, no primeiro semestre de 2017. O material foi divulgado pelo International News Safety Institute (INSI) organização voltada à segurança dos profissionais da área.

Elaborado pela Cardiff School of Journalism, no Reino Unido, o documento destacou que 18 deles foram assassinados em países que, supostamente, não estão em guerra.

Neste ano, o INSI não registrou mortes de jornalistas ou profissionais de mídia durante o exercício da profissão em solo brasileiro. No entanto, a diretora do instituto, Hannah Storm, afirma que “isso não significa que os perigos para os jornalistas no Brasil desapareceram”. O relatório do ano passado apontou a morte de três profissionais de imprensa no país – João Valdecir de Borba, João Miranda do Carmo e Maurício Campos Rosa.

A FENAERT considera inaceitável qualquer ato violento ou manifestação que impeça ou tente impedir que os profissionais da imprensa exerçam suas atividades, dentro ou fora do Brasil e comemora que neste ano não tenham sido registradas mortes de jornalistas no exercício da profissão. Mas a entidade permanece vigilante aos movimentos que tentam impedir o trabalho da imprensa, que cumpre o dever de informar sobre os fatos de interesse da população.

Guliver Leão
Presidente Federação Nacional das Empresas de Rádio e Televisão - FENAERT

Camejo Soluções em Comunicação | 03 de Agosto de 2017