FIRS está mobilizada na busca de uma nova sede para o GAPA
05 de Setembro de 2017
FIRS está mobilizada na busca de uma nova sede para o GAPA
FIRS está mobilizada na busca de uma nova sede para o GAPA

 

Por meio da Comissão de Direitos e Deveres Humanos, a FIRS está empenhada em encontrar um espaço apropriado que abrigue as necessidades do grupo

Símbolo do ativismo contra a Aids no Rio Grande do Sul, o GAPA – Grupo de Apoio à Prevenção da Aids – está sem sede desde o último dia 11 de agosto, por interdição da Justiça. Ciente da situação, a Federação Israelita do RS, por meio de sua Comissão de Direitos e Deveres Humanos, está mobilizada em auxiliar na busca por um espaço apropriado e em condições para abrigar a todas as necessidades não só do grupo, mas também das ONGs que trabalham juntas pela causa.

De acordo com vice-presidente do GAPA, Carlos Alberto Duarte, a necessidade é emergencial principalmente para abrigar os arquivos e a biblioteca da entidade, que segue na antiga sede até conseguirem um novo local. Para Duarte, a mobilização impulsionada pela comissão da FIRS é o lado positivo da situação em que estão. “Estão surgindo muitas parcerias. Acho que conseguimos, de uma certa forma, botar a situação do Gapa e das ONGs de Porto Alegre que trabalham com Aids e com a epidemia de Aids novamente em atenção para a sociedade, eu acho que esse é o principal ganho dessa história toda”, ressaltou.

Para o presidente da Comissão de Direitos e Deveres Humanos da FIRS, Luiz Carlos Levenzon, está na hora de sair em busca pelos direitos das pessoas que foram diretamente afetadas com a situação do Gapa. “Este é um movimento social e de solidariedade que está se articulando para tentar resolver a situação do Gapa. Nosso objetivo é sensibilizar a comunidade geral para ajudar a encontrarmos uma solução”, explicou Levenzon.

O grupo atua há 28 anos e foi o primeiro no Estado a tratar sobre a Aids. De acordo com seu vice-presidente, há em torno de 45 ONGs em todo RS que trabalham com Aids, sendo por volta de 10 organizações só em Porto Alegre. Durante destaca que “só se enfrenta epidemia de Aids com a pressão da sociedade, com o apoio da sociedade”.

Camejo Soluções em Comunicação | 05 de Setembro de 2017